No turbilhão da vida
Tento encontrar meu próprio eixo
Tantos rostos escondidos
Tantas máscaras partidas
Tento encontrar meu próprio eixo
Tantos rostos escondidos
Tantas máscaras partidas
Vítimas da insanidade
Desfilam faixas aleatórias
Qual será o destino da humanidade, afinal?
Qual será o meu destino?
Jogo palavras ao vento
Ou elas chegam em algum lugar?
Minhas memórias hoje imprecisas
Me lembram de um tempo de sonho vivido
Terei eu alcançado o que de fato foi para mim traçado?
Ou estarei ainda bem longe do destino almejado?
Destino esse imprevisível, imutável, implacável
Destino esse tramado pelos Deuses que fazem real a minha jornada.
Anna Leão. Todos os direitos reservados.
