Poema

Borra de café

 

Sonhos coloridos é o que gosto de ter
Não aqueles velhos recortes de jornais
Que me fazes ler todo dia.
A borra de café ainda no fundo da xícara
Desenha um futuro não muito glorioso
Não o meu, o teu, é claro.
Por que sou assim tão perversa com quem diz me amar?
Por que engano sempre quem não tem chance de mudar?
Minha mente mais ágil que minhas mãos não conseguem esperar o traço
Que borrado sai como o teu fúnebre futuro no fundo da xícara.
ANNA LEÃO. Todos os direitos reservados.(favor mencionar autoria e fonte ao reproduzir este poema)

 

(1) Comment

  1. Caramba, Anna! Esse café tá forte mesmo!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Translate »
Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência possível ao usuário. As informações sobre cookies são armazenadas no seu navegador e desempenham funções como reconhecê-lo quando você retornar ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você acha mais interessantes e úteis.

slot thailand dewa slot thailand gacor pg slot server thailand sabung ayam slot gacor slot 10000 http://ppdb.smkn4padalarang.sch.id/go.id/dewaslot/ https://pg-slot.ejournal.iaisyarifuddin.ac.id/ https://slot-dana.ejournal.iaisyarifuddin.ac.id/ https://slot-kamboja.ejournal.iaisyarifuddin.ac.id/ https://slot-mahjong.ejournal.iaisyarifuddin.ac.id/ https://slot-malaysia.ejournal.iaisyarifuddin.ac.id/